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Rompendo a barreira do silêncio
Docente do Cefet/BA contribui para a inclusão de jovens surdos no esporte SURGIMENTO DO BASQUETE - Em 1891, o professor de educação física canadense James Naismith, do Springfield College, em Massachusetts, Estados Unidos, recebeu do seu diretor a seguinte tarefa: pensar em algum tipo de jogo sem violência que estimulasse seus alunos durante o inverno, mas que pudesse também ser praticado no verão em áreas abertas. Assim surge o basquete.
Atletas e treinadora Claudete Blatt comunicam-se em Libras

Marcos de Moraes Santos, 34 anos, Marcelo Silveira de Jesus, 32, Alexander Garrido Fernandez Ivo, 29, e Bruno Silva Pedra da Rocha, 23, são alguns dos integrantes de um time de BASQUETE de Salvador. O que diferencia esses jogadores dos demais é que todos são surdos e têm em comum uma história de luta contra o preconceito e a exclusão. Apaixonados por esporte, eles acumularam tentativas frustradas de integrar escolinhas e clubes de Salvador. Sem poder se comunicar com os ouvintes e geralmente relegados ao banco de reservas, eles se associaram ao Centro de Surdos da Bahia (Cesba), formaram um time e começaram a treinar por conta própria. Marcos Moraes, ex-integrante do time do clube baiano Itapagipe, assumiu o papel de treinador, socializando suas experiências no basquete para um grupo de amigos. Na época, eles enfrentavam diversas dificuldades para se tornarem jogadores profissionais, desde a falta de quadra adequada até conhecimentos técnicos.
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